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Ronald is Assassin
Search the Key

Fuck your health, fuck your body
Your life for me is not nothing
I want to vitiate you with my food

Come to hell with me
I love see you so heavy
Don’t see me like assassin
I am Ronald Mc`Donald and
I am just making my job

Please, come eat my delicious potato
Please, come eat my delicious hamburger
Yeah! Listen-me! Don’t eat on Bob`s!

Ronald is assassin
I love see you eat my food
Ronald is assassin
Come to hell with me
Assassin, assassin, assassin…

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| terça-feira, agosto 31, 2004 |


E o teste de fidelidade de ontem?
A "atriz" não resistiu e se atracou com o cara. Cá pra nos, um filezinho.
Ela, que não era boba nem nada, aproveitou.
A sacanagem rolou solta, com direito a moranguinho no leite condensado (aliás, devo dizer, muito enjoativo. Prefiro creme de leite) e tudo.
Beijos ardentes, chupada de língua, passada de mao, e pasmem! Até o zíper do vestido dela o cara abriu NO DENTE!!!
Eles quase chegando aos finalmentes e a bocó da namorada lá no palco, assistindo e xingando os dois.
Depois, aquele barraco clássico no palco, bate-boca e tabefes. O cara agradecendo a bocó por ter lhe proporcionado momentos tão maravilhosos...
Bem feito, passou por isso porque quis.
Queria saber se era corna? Armasse alguma mas no sapatinho. Não precisava geral tomar ciência. Burra.
Será que essa menina nunca ouviu falar em DIGNIDADE?
Tinha que ser linchada em praça pública por um grupo de mulheres em prol da conservação da imagem feminina.


Postado por Tati às 11:47




| segunda-feira, agosto 30, 2004 |


Quando criei esse blog estava animadíssima.
Posts enormes, uma loucura.
Aí comecei a ver que ninguém vinha aqui...
Pensei: deve ser essas pohas compridonas que eu posto, ninguém agüenta ler isso até o fim!
Mudei de estratégia: só curtinhas.
Mesmo assim, abandono total.
Desaminei. Afinal de contas, com tantos blogs fantásticos por aí, quem ia perder seu tempo vindo aqui? Parei de postar.
Nem tava achando que o mundo blogueiro perdeu grande coisa, mas...
Ela e ela vieram.
Deixaram comments.
Pode parecer uma besteira, mas isso me animou a voltar.
Afinal, alguém lia meus posts!
E não eram quaisquer alguéns!
Muita honra!
Obrigada!

P.S.: Continuo achando que o mundo blogueiro não tinha perdido grande coisa, aff!



Postado por Tati às 06:28




| quinta-feira, agosto 19, 2004 |


Você ganha pouco? Não? Então isso não serve pra vc...

Agora... se vc é f&%@#dida assim como eu e está isento de declarar imposto de renda...

Então vai lá logo e faz, não deixa pra última hora!




Postado por Tati às 17:04




| segunda-feira, agosto 16, 2004 |


Eu tenho que confessar: tô p*&%$ da vida!

Acho que me jogaram um vudu
2 semanas "a seco"
E o pior é que eu sei quem foi
Estou tendo ímpetos homicidas...


Postado por Tati às 19:33




| terça-feira, agosto 10, 2004 |


CANSEI!
Cansei daqueles posts enormes!
Agora vai ser tudo curtinho.
É isso.


Postado por Tati às 04:12




| sexta-feira, agosto 06, 2004 |


Oi pessoas!

Vocês conhecem Cora Coralina? Ela foi uma grande escritora goiana. Foram encontrados recentemente alguns poemas inéditos dela e estou ajudando a divulgar.
____________________________________________________

"A vida

Há tantas definições na vida
Bonitas, tristes, expressivas, inexpressivas
A vida.
Alguns já definiram a vida como um mar
Um mar revolto, encapelado
De ondas violentas
De naufrágios e tempestades
Um mar tempestuoso.
Outros definiram a vida um rio
O rio é a minha definição da vida
O rio imenso, farto,
Com as suas corredeiras e as suas margens.
A sua corredeira, sobretudo
E sobretudo os seus remansos.
Porque todo rio tem a sua veia corrente
O seu veio de corredeiras e tem seus remansos
E toda corredeira lança tudo para o remanso
O remanso aproxima-se da margem.
Da correnteza ao remanso, uma eternidade
Do remanso à margem, um pulo.
A ânsia dos moços que vão pela correnteza
A compreensão, a filosofia dos velhos lançados no remanso
E passados para as margens.
Eu fiz a travessia da minha vida
Do rio da minha vida
Na correnteza, como todos fazem
Passam os barcos, os grandes transatlânticos
Cantando, dançando
Mesa farta, música
Gente moça, gente despreocupada
Gente que acha o prato feito
E que tem apenas o trabalho de levar à boca aquilo que os outros fizeram
Que os outros acumularam
Que os outros prepararam.
São aqueles que recebem,
Por mercê de nascimento,
Todos os dons da vida.
Vão nos transatlânticos, despreocupados.
Depois seguem os barcos motorizados
Com um bom motorneiro na direção
A família amparada,
A família alegre, festiva
Mulher, crianças, noivos, sonhadores.
Sem pensar bem, vão acompanhando as classes
Um homem bem colocado na vida e que leva seu barco com segurança
Mulher, filhos à sua dependência
Vai guiando pelo espelho d'água pelo veio da correnteza
Com sua máquina, seu mundo
Aquelas paisagens todas, encantado com o panorama
Todos felizes, alegres, a família bem constituída
A família alheia às dificuldades do cotidiano
Vai esse barquinho.
Depois vem um barco menor,
Um barcozinho menor,
Com um motor de popa que já pertenceu a outros barcos que já foram
desmontados
Vai fazendo a sua forcinha,
Vai fazendo a sua diligência
Passa também com seu esforço o grande rio da vida.
Depois um barco a remo, o remador.
Mulher, mãe pobre, pai, filhos, ilhos, ilhos.
Lá vai ele remando.
É um trabalhador, pai de família
Vai levando.
Depois descem os barquinhos fazendo água.
O homem no remo, a mulher com uma latinha para tirar a água.
Joga a água.
Vai fazendo água a ponto de afundar
Quem é o dono do barquinho?
É aquele pobrezinho
Mas ainda não é o último.
E ele vai levando o seu barquinho
Vai fazendo água, mas ele vai levando.
Aí passa eu, bracejando
�gua pelo queixo, e eu bracejava, bracejava
Quatro crianças no meu dorso,
Agarradas nos meus cabelos, nas minhas orelhas
Nos meus ombros, nas minhas carnes
Quatro crianças que eu levava comigo e que devia levar até o porto
E eu bracejava, bracejava
Fui a última? Não
Não fui a última
Porque bracejando,
Com aquelas crianças no meu dorso
Eu vi passar náufragos, pedaços de barcos destroçados
Náufragos agarrados numa tábua
Corpos mortos de famílias desajustadas, destroçadas
E um dia,
Um dia a correnteza
Depois de muita luta, muito esforço
A correnteza me jogou no remanso
E o remanso me jogou para a margem
Senti uma solidez para os meus pés. Levantei
Saí da água escorrendo com a dor
Corridos, molhados, ainda sentindo no dorso aquelas quatro crianças
Depois pisei a terra firme da margem
As crianças saltaram do meu dorso
E o que eu vi nesta hora...
Esta hora foi a hora do deslumbramento
Eu havia carregado quatro crianças? Não
Quatro gigantes haviam me carregado.
Eu não carreguei meus filhos
Quatro gigantes me carregaram
Saltaram de meus ombros quatro gigantes
Eu vi
E compreendi que aquelas crianças que eu pensava que estava carregando
Agarradas aos meus cabelos, às minhas orelhas
Eram quatro gigantes que me carregavam.
Daí saiu de um canto um jovem e disse a uma das filhas:
Vamos fazer o nosso barco?"


Tomara que vocês tenham gostado!


Postado por Tati às 03:48




| quarta-feira, agosto 04, 2004 |


Se a gente se insinua, é uma mulher atirada;
Se a gente fica na nossa, tá dando uma de difícil.
Se a gente aceita transar no início do relacionamento, é uma mulher fácil;
Se a gente não quer ainda, tá fazendo doce.
Se a gente põe limitações no namoro, é autoritária;
Se concorda com o que o namorado diz, é uma lesa sem opinião.
Se a mulher batalha por estudos e profissões, é uma ambiciosa;
Se não tá nem aí pra isso, é dondoca.
Se a gente adora falar em política e economia, é feminista;
Se não se liga nesses assuntos, é desinformada.
Se a mulher corre pra matar uma barata, não é feminina;
Se corre de uma barata, é uma medrosa.
Se a gente aceita tudo na cama, é vagabunda;
Se não aceita, é fresca.
Se a gente ganha menos que o homem, é pra ser sustentada;
Se ganha mais que o homem, é pra jogar na cara deles.
Se a gente adora roupas e cosméticos, é narcisista;
Se não gosta, é desleixada.
Se sai mais cedo do trabalho, é folgada;
Se sai mais tarde, tá dando pro chefe;
Se faz hora extra, é gananciosa.
Se gosta de TV, é fútil;
Se gosta de livros, tá dando uma de intelectual.
Se a gente se chateia com alguma atitude dele, é uma mulher mimada;
Se aceita tudo o que ele faz, é submissa.
Se a gente quer ter 4 filhos, é uma louca inconseqüente
Se só quer ter 1, é uma egoísta que não tem senso maternal.
Se a gente gosta de rock, é uma doida chapadeira;
Se gosta de música romântica, é brega;
Se gosta de música eletrônica, é porra-loca.
Se a gente usa sainha curta, é vulgar;
Se usa saia comprida, é "crente".
Se a gente tá branca, eles dizem pra gente pegar uma corzinha;
Se tá bem bronzeada, eles dizem que preferem as mais clarinhas
Se a gente faz cena de ciúme, é uma neurótica;
Se não faz, não sabe defender seu amor.
Se a gente fala mais alto que ele, é uma descontrolada;
Se a gente fala mais baixo, é subserviente.
Se a gente recebe promoção, deu para o chefe (carreira vaginal)
Se a gente não recebe promoção, é incompetente.
E depois vem dizer que mulher é que é complicada...


Postado por Tati às 10:23




| terça-feira, agosto 03, 2004 |


Hoje eu não tô bem, tô enjoada. E ainda vejo isso! Era só o que faltava...
Por que os homens traem? Por Mário André Monteiro
Agora as mulheres não têm mais do que reclamar. Está comprovado cientificamente que nós machos temos o gene da traição em nossas cadeias de DNA.
Os homens, assim como muitos mamíferos, possuem uma parte do cérebro que produz o hormônio vasopressina durante o ato sexual. Esse hormônio faz com que nós não sejamos monogâmicos, ou seja, impossível de se contentar só com uma mulher, precisando correr atrás de outras para se satisfazer totalmente.
Como foi feito
Em um laboratório nos Estados Unidos, cientistas ministraram e manipularam esse gene dentro do cérebro de ratos silvestres, e a partir daí, começaram a se interessar pelas suas parceiras ratas, ignorando as outras fêmeas. Foi utilizado um vírus inofensivo para injetar um receptor no gene dos ratos. Esta fidelidade produzida certificou também que o hormônio produzido também está ligado à memória, pois toda vez que o rato encontrou-se com a fêmea, voltava a sensação de prazer.
A fidelidade entre nós Homo sapiens (leia-se homens e mulheres) na relação já é mais complicada do que uma simples manipulação no cérebro masculino. Os sentimentos humanos não permitem tanta possibilidade de mudanças no quadro. Os especialistas explicam que ainda falta descobrir ao certo quais partes específicas do cérebro das pessoas respondem ao seu estímulo de prazer. Ufa, ainda bem.
Isso indica, em outras palavras, que os machos seres humanos não são realmente fiéis, a não ser que exista algum fator intermediário, como a religião. Quem sabe algum dia os cientistas aprofundam as experiências com os humanos, e descubram uma forma precisa para amenizar os efeitos da vasopressina. Mas enquanto isso, o jeito é aproveitar e sempre usar a ciência como desculpa de alguma breve escapada.
Eles já são safados sem álibi, imagina agora!

PÓS POST
Se sua vida fosse um filme, qual seria? Dá um pulinho lá e descobre.



Postado por Tati às 11:26




| segunda-feira, agosto 02, 2004 |


Essa semana vai ser hardcore aqui no trabalho, já tô sentindo...

Então o post de hoje vai ser pequeninho, mas é uma dica bem legal: pra quem gosta do Pequeno Príncipe, este site traz o livro na íntegra, inclusive as imagens.

Muito obrigada a todo mundo que tem vindo aqui, e não deixem de fazer seus comentários, ok?

P.S.: Eu estou no débito com a minha xará... mea culpa... vou consertar, Tati. Aguarde e confie.


Postado por Tati às 11:39