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Ronald is Assassin
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Fuck your health, fuck your body
Your life for me is not nothing
I want to vitiate you with my food

Come to hell with me
I love see you so heavy
Don’t see me like assassin
I am Ronald Mc`Donald and
I am just making my job

Please, come eat my delicious potato
Please, come eat my delicious hamburger
Yeah! Listen-me! Don’t eat on Bob`s!

Ronald is assassin
I love see you eat my food
Ronald is assassin
Come to hell with me
Assassin, assassin, assassin…

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| quarta-feira, dezembro 02, 2009 |


Sábado à tarde, voltando de um passeio, eu e meu filho conversando. Eu dirigindo, ele solta: "mãe, o que é ejaculação precoce?"

Precisei de sete segundos para absorver a pergunta.

- onde você ouviu isto, meu bem?
- naquele filme que tava passando no Universal hoje de manhã.

Certo, checadas as fontes. Nada de Sexy Hot, ao menos. (alívio)

- e aí mãe, o que é ejaculação precoce?

(inferno, porque as crianças nunca desistem de uma pergunta?)

Não tive como escapar. Expliquei o que era ejaculação, e disse que quando acontece antes do momento certo é chamada de "precoce". (ainda bem que ele não perguntou qual era o momento certo!)

Impressionante o poder que as crianças tem de te deixar passada. O problema não foi a pergunta em si, mas o momento. Me pegou completamente desprevenida.

Mas sinto que o pior está por vir. Afinal, ele tem só 9 anos, a adolescência em breve chegará.

E se eu sobreviver a isso, sobrevivo a tudo.


Postado por Tati às 22:19




| terça-feira, novembro 24, 2009 |


Recebi o texto abaixo de um amigo e, embora ele seja fonte segura, ainda me parece surreal. O tipo de coisa que só acontece aqui no Brasil mesmo...

Segunda-feira de carnaval, saio de casa perto das 22:00 horas para encontrar a namorada na porta do Circo Voador, na Lapa. Lá chegando, saio do táxi falando ao celular para encontrá-la. Mas não é só. Além de tênis, bermuda e camisa, usava um chapéu, desses vendidos em todos os cantos da cidade a R$ 5,00. Presente da namorada. Coisa de mulher.

Então, atravesso a rua e quase sou atropelado por um camburão com luzes e lanternas apagadas com a inscrição CORE no carro. No mesmo momento o motorista grita " Ô malandro" e eu, assustado, dou um pulo para a calçada, peço desculpas e viro as costas, continuando ao celular e andando, já na calçada.

Ai, percebo que a viatura andava ao meu lado, com três policiais de preto, ao que escuto, em alto e bom som: "Saia da rua, seu malandro e bêbado". Nesse momento, pensei: Isto não é jeito de tratar as pessoas na rua e respondi: "Não sou bêbado nem malandro; se vocês não estiverem em operação, está errado andarem com essa viatura preta e apagada, pois quase me atropelaram e vão acabar atropelando alguém!"

Oportunidade em que os homens de preto descem da viatura dizendo: "Ô malandro, tu é abusado, tá preso". Ato contínuo, diante da voz de prisão, estendo os dois braços para ser algemado. Pergunto ao mais novo dos três, que estava completamente alterado: "Qual o motivo da prisão?" Resposta: "Desacato". Pergunto novamente: "O que os senhores entendem como desacato?" Resposta: "Até a DP a gente inventa, se a gente te levar pra lá". Neste exato momento, percebendo a gravidade da situação, disse: Estou me identificando como juiz federal e minha identificação funcional está dentro da minha carteira, no bolso da bermuda. Imediatamente o policial novinho, que se identificou como André e na DP disse se chamar Cristiano meteu a mão no meu bolso, pegou a minha carteira e a colocou em um dos bolsos de sua farda preta. Então o impensável aconteceu! Disseram: "Juiz Federal é o c..., tu é malandro e vai para a caçapa do camburão."

Fui atirado na mala do camburão como bandido, algemado, porém, com o celular no bolso e os três policiais do CORE da Policia Civil do Estado do Rio de Janeiro, dizendo que no máximo eu deveria ser "juiz arbitral ou de futebol". Temendo pela vida, por incrível que pareça me veio aquela frase de Dante, da sua obra "Divina Comédia": "Abandonai toda a esperança, vóis que entrais aqui". Então, sem perder as esperanças, peguei o celular do bolso mesmo algemado e liguei para a assessoria de segurança da Justiça Federal informando a situação, bem baixinho, e que não sabia se seria levado para DP, pedindo para acionar a PM e localizar a viatura do CORE que estava circulando pela Lapa comigo jogado algemado na mala.

Após a ligação, disse-lhes uma única coisa, ainda na viatura. "Vocês estão cometendo crime", ao que escutei dos três, aos risos: "juiz federal andando com esse chapéu igual a malandro. Até parece. Se você for mesmo juiz, a gente vai chamar a imprensa, pois juiz não pode andar como malandro."

Na delegacia, as gracinhas dos policiais continuaram: "Olha o chapéu do malandro". Então eu disse, já me sentindo em segurança: "Vocês querem que eu tire o chapéu e vista terno e gravata?"

O fato é que já na presença do delegado as algemas foram retiradas e, vinte minutos depois, um dos policiais de preto vem ao meu encontro e me pede: "Excelência, desculpas, nos agimos mal, podemos deixar por isso mesmo?" Respondi: "Primeiro: não me chame de Excelência, pois até há pouco vocês me chamavam de malandro. Segundo: não, não pode ficar por isso mesmo. Como é que vocês tratam assim as pessoas na rua, como se fossem bandidos. Terceiro: vocês três não honram a farda que estão vestindo. Quarto: desde a abordagem policial agi apenas como cidadão, no que fui desrespeitado e, depois de ter me identificado como juiz federal, fui mais ainda, logo, um crime de abuso de autoridade seguido de outro de desacato.

Depois do circo montado pelo próprio agente do CORE Cristiano, que ligara do interior da DP para os repórteres, de forma incessante, talvez temendo que ele e seus dois colegas de farda preta fossem presos por mim no interior da DP, decidi não fazê-lo porque em nada prejudica a instauração de procedimento administrativo na Corregedoria da Policia Civil, bem como a ação penal por abuso de autoridade e desacato, sendo desnecessário mencionar o dano à minha pessoa, como cidadão e magistrado.

Pensei, por fim: "Se como juiz federal fui ameaçado por três homens de fardas pretas com pistolas automáticas, algemado e jogado como um bandido na mala de um camburão, simplesmente por tê-los repreendido, de forma educada, como convém a qualquer pessoa de bem, o que aconteceria a um cidadão desprovido de autoridade e de conhecimento dos seus direitos?" Duas coisas são certas, de minha parte: Não permitirei nada "passar" em branco, pois são fatos sérios e graves que partiram daqueles que têm o dever de zelar pela segurança da sociedade e, no próximo carnaval, não usarei o presente da namorada, o tal "chapéu". É perigoso. Pode ser coisa de malandro.

Roberto Schuman - Cidadão e Juiz Federal no Estado do Rio de Janeiro


Postado por Tati às 23:05




| quarta-feira, novembro 18, 2009 |


Oi, people!

Eu nem acredito que estou aqui de novo. Aconteceu tanta coisa nesse período: novo trabalho, novo marido, novos amigos, novos interesses... vou precisar de muitos posts pra atualizar vocês! Mas vamos devagar, que eu hoje não tô lá essas coisas de inspiração. Então, vamos enchendo linguiça com esse texto que eu achei na net há um tempão e, embora não saiba de quem é, acho uma gracinha:

"O AMOR

Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão.
O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Você ama aquela petulante.
Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.
Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam.

Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome. É AMORRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR!!!"

E o nosso tem um jeitinho doido que é SÓ NOSSO!!!!

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Postado por Tati às 21:47




| domingo, outubro 15, 2006 |


Vergonha

Pessoas, admito: morri de vergonha quando entrei no orkut e vi isso:

Sorte de hoje:
Seus amigos só pedem um minuto do seu tempo, e não seu dinheiro

Tudo bem que não tenho $$ mesmo, mas ultimamente não tenho tido tempo pros meus amigos! E isso é inaceitável, ridículo. Eu sempre ralei pra caramba, trabalhando, estudando, e tinha tempo, e agora não estou conseguindo! Cheguei à conclusão que preciso administrar melhor meu tempo, esse tem sido meu problema.

Queridos, estou com projetos novos, e eles incluem VOCÊS!!! Amo vocês do fundo do meu coração, mesmo que ultimamente não nos falemos com tanta frequência. O que trago no coração, isso continua igual tá?

Beijos a todos


Postado por Tati às 23:03




| sexta-feira, julho 07, 2006 |


Descobertas

Descobri que não se aprender a viver com ninguém antes de se aprender a viver consigo mesmo, e que na maioria das vezes a busca pela companhia de outrem é apenas porque você não aprendeu a apreciar a sua.
Descobri que o céu sempre abre mais azul depois de uma noite de tempestade.
Descobri que não se pode tentar transformar o amor num conceito.
Descobri que quando você é feliz você deseja que tudo e TODOS à sua volta, sem exceção, também o sejam.
Descobri que chorar é uma delícia ("quando você está experimentando uma coisa tão forte que seu corpo não consegue conter")
Descobri que o importante é estar de bem consigo mesmo, e o resto vem a reboque (confesso que essa alguém 'me contou'. Tks L)
Descobri que é possível e é GOSTOSO ser feliz.
Descobri que valorizar o conteúdo não significa necessariamente ignorar a forma, e vice-versa. E que uma coisa não exclui a outra, que tudo se completa, está interligado, num grande balé cósmico.
Descobri que realização profissional dá um tesão danado.
Descobri Maroon5, Damien Rice e Goo Goo Dolls.
Descobri que quando menos se espera tudo vem, e que uma coisa que começa ruim pode acabar bem sim.
E que nada pode ter força suficiente pra te manter preso no chão, when you float like a cannonball.

Porque no final tudo sempre acaba bem. E se ainda não está bem, é por ainda não está no final.

Eu estou vivendo a melhor época da minha vida.


Postado por Tati às 03:35